O Piolhito está [com saudades]



Faria hoje 118 anos, se fosse viva. Acompanhou ao de leve a monarquia e viu crescer a República. Presenciou a entrada em cena do ditador António de Oliveira Salazar e sempre foi adepta da liberdade. Da vida. Da luta. Da capacidade de o ser humano vencer obstáculos. Da resiliência. Da vontade em querer ser mais, do que a condição que lhe foi imposta. De mulher. De mãe solteira. De chefe da família. De protagonista de trazer o pão para a mesa das refeições. Matou a fome a algumas pessoas, mesmo quando tinha pouco. Sempre se quis moderna, mesmo sabendo que a educação católica que recebeu a condicionava. Era uma mulher de esquerda (politicamente falando), mas não discriminava ninguém. Nasceu orgulhosamente em Meca (Alenquer), viveu em Lisboa, na zona saloia e morreu em casa, na sua cama, no seu quarto, no Cabeço de Montachique, concelho de Loures. Esperou chegar à centena, como que se fizesse questão de presentear a família, uma vez que todos falavam disso com orgulho.    

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "muffins" de batata doce]

Quando alguém tiver um evento (um piquenique, um lanche de empresa, um concerto num jardim, ou qualquer outra coisa do género) e não souber muito bem o que levar, esta receita de "muffins" de batata doce, que trago hoje é uma boa opção. E podem ser servidos de duas formas: como acompanhamento, por exemplo, com uma proteína (de origem vegetal ou animal) ou no papel inverso. Ou seja, como complemento de uma salada. Seja como for, a imaginação é o limite e não há nada como testar, para ver como é que fica melhor. Portanto, vamos lá avançar que já se faz tarde!


O Piolhito fez [uma selecção de 5 praias incríveis em Ibiza | com mapa]

Sempre tive vontade de conhecer Ibiza ("Eivissa" para os locais). Era a combinação perfeita entre as férias e noitadas. E como sempre gostei de praia e de festas (e de farra, e de dançar e de outras coisas que não vale a pena especificar), este destino turístico estava na lista “to do”, fazia tempo. Portanto, não é de estranhar que tenha estado por lá em 2010 e 2013 – e não fiquei nada chateado por repetir a dose. Aliás, espero voltar brevemente e juntar Formentera à minha experiência porque a idade já é outra… e uma pessoa a bater os quarenta quase que "já não aguenta com uma gata pelo rabo” – não é a melhor expressão para colocar aqui neste texto, mas foi o que me lembrei. Mas vamos lá à minha selecção das 5 melhores praias de Ibiza. Tudo na segunda parte do "post"

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "chips" de batata doce]

Se gostam de batatas fritas (como eu), e têm de se controlar porque não é algo que faça assim muito bem ao nosso organismo (como eu também), saibam que existem outras opções mais saudáveis. Bem sei que não é a mesma "coisa", mas no final de contas, é preferível não ter nenhuma doença crónica associada ao consumo exagerado, de algumas substâncias, como por exemplo; o sal (para não ser mais dramático). Experimentei fazer a receita (que é das mais básicas que pode existir) de um dia para o outro, mas o melhor mesmo é consumir as "chips" de batata doce imediatamente a seguir à sua feitura (ficam mais estaladiças). Aviso já, que dá um bocadinho de trabalho e o processo pode ser algo moroso. Vamos a isso? Sim? Basta passar para a segunda parte da publicação! 

O Piolhito está [revoltado]


Quando é na casa dos outros, nunca é connosco. Não queremos saber e assobiamos para o lado. Esperamos que a “coisa” passe e que ninguém se lembre mais tarde, da nossa inércia. Tudo isto resulta de não queremos ter chatices para o nosso lado, e gostarmos de estar sempre sossegados no nosso canto, só com os nossos pensamentos e preocupações. Mas até que ponto é que os problemas dos outros, não são nossos? Até que ponto devemos desligar, só porque não temos nada haver com isso? Não teremos mesmo? A nossa opinião é assim tão indiferente, mesmo quando o assunto não nos atinge directamente, ou toca levemente na nossa esfera pessoal? 

O Piolhito fez [um roteiro de x ou y dias para Míconos | com mapa]

Poderia dizer-vos que bastam x ou y dias para visitar/estar em Míconos, mas deixo isso ao critério de cada um. Aliás, quem vai para esta ilha tem de pensar em alguma (ou muita) diversão, praia, calor e deixar de lado um certo turismo mais cultural – até porque não tem muito para ver neste campo. Assim, decidi dividir esta publicação em duas partes.  Ou seja, para o dia x reservei algumas dicas mais para passeio, e para o dia y, alguma praia, significando isso que podem fazer o que quiserem desde o primeiro dia da vossa estadia até ao último. Haverá programa mais versátil que este? 

O Piolhito está a acompanhar [a Carla Maria]



Primeiro vieram os brasileiros com as novelas. E Portugal fez novelas. Aprendeu a fazer novelas. Evoluiu nas novelas e dá uma seca aos telespectadores em novelas, como se o mundo fosse acabar amanhã. Depois destacaram-se as séries espanholas, vítimas de sucessos mundiais como “A Casa de Papel”. Eu, acompanhava algumas na SIC Radical (como a “Embaixada”) e de facto a qualidade é muita. Poderia dizer que Portugal também começou a fazer séries, mas a verdade é que já as fazia. Mais ou menos interessantes, mas fazia. Muitas na RTP, mas fazia. Tivemos alguns sucessos por cá (por exemplo; “Conta-me como foi” adaptado de um seriado Espanhol), mas normalmente as nossas séries são um bocado… meh. E que eu saiba (façam o favor de me corrigir se estiver enganado) nenhuma série americana foi adaptada das nossas – como aconteceu com a espanhola “Os Mistérios de Laura”. Portanto, foi com alguma expectativa que comecei a acompanhar “Solteira e Boa Rapariga”, na RTP.