O Piolhito foi [à Tasca do Paulinho]

A propósito de uma visita, à casa de uma amiga, que agora se mudou para Cacilhas, acabei por conhecer a Tasca do Paulinho. Situada em pleno coração desta localidade, numa zona que já é a nova coqueluche da grande Lisboa, este restaurante surge como uma alternativa viável (e simpática) para quem quer conversar, petiscar e descontrair. À distância de um passeio de barco do Terreiro do Paço, e  de uma breve caminhada por uma rua pedonal - evitem o carro, que para estacionar nestas bandas é um pesadelo, chegamos rápido a este destino. Portanto, não há desculpas. Sim, podem quebrar a dieta por um dia, até porque existem muitos outros, para se voltarem a colocar na linha - e a receita dos muffins de fiambre e azeitonas chega brevemente aqui ao blogue. 

O Piolhito está [a participar no "ten years challenge"]

Nos últimos dias, as redes sociais, principalmente o "livro-da-cara" e o "isto-é-grande", foram invadidas pela retrospectiva e comparação dos anos 2009 e 2019. Parece uma praga a invadir todos os nossos "feeds", sem dó nem piedade. Tirando o caso da Cher que está igual (parece que já está assim desde 1972), na maioria dos casos, a malta está mais velha. Com mais rugas. Com mais ou menos sabedoria. E no meu caso, com muito menos cabelo. 

O Piolhito não gosta [de pessoas]

Não sou uma pessoa que goste muito de interagir com outras pessoas (assumo!), e sou bastante nervoso, quando as pessoas invadem o meu espaço vital. Principalmente de madrugada, quando ainda estou a abrir a pestana. Agora imaginem, acordar às 6h00m para entrar no ginásio às 7h00m, e andar a bufar até completar o treino porque as pessoas têm um plano diabólico para me levar à loucura. Mania da perseguição? Não. Apenas é a constatação de um facto, comprovado por pequenos episódios intermitentes, que justificam o meu comportamento anti-social.  

O Piolhito está [a tentar saber em quem vota a jornalista Clara de Sousa]

Nos dias que correm, uma qualquer página de Facebook, consegue-se intitular como "órgão de comunicação social". Portanto, não é de estranhar que muitas pessoas, deliberadamente, ou sem saber, partilhem falsidades, mentiras, incorrecções ou boatos. A par da democratização cada vez maior da informação, cresceu a inércia e a preguiça de se confirmar o que quer que seja. Vivemos numa aldeia gigante, onde o diz-que-disse ganhou etiqueta de "jornalismo". Isso leva-me a questionar: em que partido votará a jornalista Clara de Sousa?  

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "torrões" de aveia, amêndoa e cacau]

Baptizei de "torrões", mas podia ter chamado "trotinetes" ou "palavras cruzadas", porque aquilo que verdadeiramente interessa... é que isto é bom comó-o-cáraças. Principalmente para quem gosta de chocolate, para quem precisa de ingerir um grande número de hidratos de carbono por dia (e não goste muito de batidos de aveia), para quem é guloso e para quem gosta de receitas fáceis e rápidas. Portanto, podem chamar o que quiserem.  

O Piolhito tem [parceria com a Melga Bags]

Tenho a sorte de ter amigas criativas. Amigas com iniciativa, que gostam de inovar e nunca estão satisfeitas, ou resignadas, com tudo aquilo que têm construído ao longo da vida. Este é mais um dos casos. Embora no campo político estejamos em lados antagónicos (que o digam as nossas discussões na Facebook sobre o tema), no plano pessoal não estamos tão afastados quanto isso. Fomos colegas de faculdade, e de lá para cá, mantivemos o contacto. E enquanto eu criei o Piolhito, ela criou a Melga Bags - além de outras que construiu pelo caminho.

O Piolhito está [a pensar que tudo o que damos ao Universo, ele devolve]

Uma pessoa enviou-me hoje, por e-mail, este texto. Hoje, um dia de algumas mudanças, de algumas injustiças e de algum gozo promovido por quem, num determinado espaço da vida, exerce um “poderzinho”. Uma ascendência fugaz, que fornece a ilusão que pode pôr e dispor. Talvez seja esse, o problema de algumas personagens que por aí rastejam. Acham – sabe-se lá porquê – que algo que é momentâneo, lhes permite cometer alguns abusos sobre os outros, porque consideram também, que gozam de alguma impunidade.