O Piolhito fez [um roteiro de x ou y dias para Míconos | com mapa]

Poderia dizer-vos que bastam x ou y dias para visitar/estar em Míconos, mas deixo isso ao critério de cada um. Aliás, quem vai para esta ilha tem de pensar em alguma (ou muita) diversão, praia, calor e deixar de lado um certo turismo mais cultural – até porque não tem muito para ver neste campo. Assim, decidi dividir esta publicação em duas partes.  Ou seja, para o dia x reservei algumas dicas mais para passeio, e para o dia y, alguma praia, significando isso que podem fazer o que quiserem desde o primeiro dia da vossa estadia até ao último. Haverá programa mais versátil que este? 

O Piolhito está a acompanhar [a Carla Maria]


Primeiro vieram os brasileiros com as novelas. E Portugal fez novelas. Aprendeu a fazer novelas. Evoluiu nas novelas e dá uma seca aos telespectadores em novelas, como se o mundo fosse acabar amanhã. Depois destacaram-se as séries espanholas, vítimas de sucessos mundiais como “A Casa de Papel”. Eu, acompanhava algumas na SIC Radical (como a “Embaixada”) e de facto a qualidade é muita. Poderia dizer que Portugal também começou a fazer séries, mas a verdade é que já as fazia. Mais ou menos interessantes, mas fazia. Muitas na RTP, mas fazia. Tivemos alguns sucessos por cá (por exemplo; “Conta-me como foi” adaptado de um seriado Espanhol), mas normalmente as nossas séries são um bocado… meh. E que eu saiba (façam o favor de me corrigir se estiver enganado) nenhuma série americana foi adaptada das nossas – como aconteceu com a espanhola “Os Mistérios de Laura”. Portanto, foi com alguma expectativa que comecei a acompanhar “Solteira e Boa Rapariga”, na RTP.

O Piolhito esteve [num piquenique]


No sábado passado, conjuntamente com alguns amigos meus, realizámos o nosso piquenique anual. Embora o tempo de verão não tivesse aparecido, até não se esteve mal de todo, e conseguimos conviver, rir, conversar, jogar, desfrutar das vistas e claro está, comer. A logística da coisa ficou a cargo de todos, e cada um optou por levar aquilo que melhor se enquadrava no espírito da coisa – para a próxima menos quantidades, que sobre sempre imensa comida. Entre loiça e cutelaria reutilizável, toalhas, almofadas, mantas, comida e bebida, tudo foi pensado para que nada faltasse, até porque no local escolhido, não havia forma de comprar o que quer que fosse. O truque fundamental é ser prático, embora isso não seja sinónimo de fazer tudo “às três pancadas”. E piquenicar com arquitectos, não é o mesmo que o fazer com pessoal de ciências ou matemáticas #sóparavisar

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "sundae's" de coco e cacau]


Se há coisa pela qual me perco, são doces. Chocolate, idem, idem (pode ser amargo, ok? Daí a distinção). Se forem doces de/com chocolate, nham, nham. E como já se sabe, que bastam uns minutos na boca, para ganhar umas “gordurinhas” em milhares de anos “nas ancas”, há que consumir com muita ponderação, tudo aquilo que nos adoça a alma. Gastronomicamente falando, claro está. No introito desta receita, poderia aproveitar para vos dizer, que estamos no verão e que algo gelado vinha mesmo a calhar, mas quem está em Portugal neste momento, sabe que isso não é verdade. Portanto, só nos resta brincar às temperaturas elevadas, em noites quentes, em esplanadas, e fazer algo fresquinho para acompanhar nesta aventura – se necessário, ligar o aquecimento ou acender a lareira para dar ambiente.


O Piolhito esteve [a pesquisar chinelos]

Resisti até Julho do presente ano (pelos vistos aguentei desde 2015/2016) e sempre nutri um ligeiro ódio, por quem calçava “chinelos de piscina” para ir a todo o lado, excepto para a ir à piscina. Fazia-me imensa confusão toda esta moda, que me provocava memórias de infância de quando usava este tipo de calçado, e sempre combati interiormente esta hipotética solução para os pés. Até quinta-feira passada. E se dúvidas existissem sobre a minha extrema necessidade de obter uns “chinelos de piscina”, o facto de ter esperado horrores de tempo para adquirir o produto – não estava etiquetado, não tinha preço, era o último par e não tinha referência alguma – comprova a minha ânsia a respeito. Enfim. Uma pessoa não pode ir de férias para o sul de Espanha que dá nisto. 

O Piolhito está [a tentar arrendar ou vender]

Perante a conjectura que vivemos, comprar casa (arrendar ou pedir emprestado) virou uma dor de cabeça para qualquer um. Existem diversos factores que contribuem para este estado de sítio, e não há políticas de habitação que consigam estancar este fenómeno tão cedo. Chegámos ao absurdo de ver anúncios sobre um T0, numa aldeia remota do concelho de Mafra, sem janelas, onde é pedida uma renda mensal de 400 euros. Uma pechincha, dizem. Eu gostava era de saber, como é que num país onde o ordenado mínimo roda os 600 euros, uma família se pode dar ao luxo de arrendar uma casa – e já nem digo comprar. Será que os parques de campismo irão voltar a ficar na moda? Ou vamos deixar de comer para dormir descansados? Seja como for, isto anda tudo tão louco, que não verificamos só uma razão. Descortinamos várias. E eu consegui identificar algumas. Basta ler na segunda parte desta publicação. 

O Piolhito foi [ao Poke]

Confesso que não gosto muito do El Corte Inglés de Lisboa. Acho que é demasiada gente para tão pouco metro quadrado, e como sou pequeno, sinto-me ligeiramente a afogar na multidão. Quando me consigo esquecer destes motivos - e as pessoas tendem sempre a esquecer os aspectos negativos, lá entro de peito aberto como se não houvesse amanhã. E foi o que aconteceu na última vez que estive por lá. Felizmente não para compras, apenas para beber um café e uns dedos de conversa. Acabei por não injectar cafeína, mas a almoçar- pela segunda vez, no Poke.