O Piolhito viu [a vitória do #conan no sábado passado]


Um dos assuntos do momento, é o vencedor do Festival da Canção 2019. É verdade, ganhou o #Conan. Da tia dele. E de mais algumas, considerando o voto popular que lhe garantiu a vitória absoluta no certame. Há quem adore, há quem apenas goste ou tolere, há quem torça o nariz e há quem odeie de morte. Da minha parte, só preciso saber que é o representante de Portugal em Telavive, para vestir a camisola e fazer uma “pseuda-campanha” pelas redes sociais. Vale o que vale, mas o Conan já não é o homem rã. Talvez uma divindade egípcia renascida. Ou apenas um miúdo do Cacém que queria compor música.   

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "muffins" de fiambre, cogumelos e azeitonas]

A sorte de vivermos em Portugal, é que o Carnaval ocorre no inverno. Ou seja, andamos "tapadinhos/as" de modo a não apanhar muito frio, porque não sentimos a necessidade de mostrar o corpinho nesta data. Não obstante este facto, convém não vacilar muito na dieta, considerando não só, que o tempo passa a correr (o verão está aí, não tarda), mas também que a construção do "corpo de praia" não acontece de um dia para o outro. Portanto, hoje trago-vos outra receita baixa em hidratos de carbono, que pode derivar em almoço (ou jantar), acompanhando por uma salada, ou por batata doce aos palitos do Continente (que descobri ontem e fiquei fã - mas só para quem pode ingerir alguns hidratos).    


O Piolhito está [cheio de coisinhas no organismo]


Eu sou daqueles, que quando está muito calor, escreve no Facebook “que calor!”. Eu sou daqueles, que quando está frio escreve nas redes sociais “que briol!”. Também sou daqueles, que odeia o inverno e que preferia que esta estação durasse apenas até 25 de dezembro. Até nem era por mim, que sou gajo para aturar estas variações térmicas (cof cof cof), mas a minha renite (e sinusite) alérgica é que não gosta muito. E como se ressente, obriga-me a tomar anti-alérgicos em temporadas mais ou menos extensas, onde brinco muitas vezes onde está o "morto-vivo".  

O Piolhito foi [à Tasca do Paulinho]

A propósito de uma visita, à casa de uma amiga, que agora se mudou para Cacilhas, acabei por conhecer a Tasca do Paulinho. Situada em pleno coração desta localidade, numa zona que já é a nova coqueluche da grande Lisboa, este restaurante surge como uma alternativa viável (e simpática) para quem quer conversar, petiscar e descontrair. À distância de um passeio de barco do Terreiro do Paço, e  de uma breve caminhada por uma rua pedonal - evitem o carro, que para estacionar nestas bandas é um pesadelo, chegamos rápido a este destino. Portanto, não há desculpas. Sim, podem quebrar a dieta por um dia, até porque existem muitos outros, para se voltarem a colocar na linha - e a receita dos muffins de fiambre e azeitonas chega brevemente aqui ao blogue. 

O Piolhito está [a participar no "ten years challenge"]

Nos últimos dias, as redes sociais, principalmente o "livro-da-cara" e o "isto-é-grande", foram invadidas pela retrospectiva e comparação dos anos 2009 e 2019. Parece uma praga a invadir todos os nossos "feeds", sem dó nem piedade. Tirando o caso da Cher que está igual (parece que já está assim desde 1972), na maioria dos casos, a malta está mais velha. Com mais rugas. Com mais ou menos sabedoria. E no meu caso, com muito menos cabelo. 

O Piolhito não gosta [de pessoas]

Não sou uma pessoa que goste muito de interagir com outras pessoas (assumo!), e sou bastante nervoso, quando as pessoas invadem o meu espaço vital. Principalmente de madrugada, quando ainda estou a abrir a pestana. Agora imaginem, acordar às 6h00m para entrar no ginásio às 7h00m, e andar a bufar até completar o treino porque as pessoas têm um plano diabólico para me levar à loucura. Mania da perseguição? Não. Apenas é a constatação de um facto, comprovado por pequenos episódios intermitentes, que justificam o meu comportamento anti-social.  

O Piolhito está [a tentar saber em quem vota a jornalista Clara de Sousa]

Nos dias que correm, uma qualquer página de Facebook, consegue-se intitular como "órgão de comunicação social". Portanto, não é de estranhar que muitas pessoas, deliberadamente, ou sem saber, partilhem falsidades, mentiras, incorrecções ou boatos. A par da democratização cada vez maior da informação, cresceu a inércia e a preguiça de se confirmar o que quer que seja. Vivemos numa aldeia gigante, onde o diz-que-disse ganhou etiqueta de "jornalismo". Isso leva-me a questionar: em que partido votará a jornalista Clara de Sousa?