O Piolhito está a pesquisar [t-shirts sem mangas]


Quando digo a amigos que gosto de usar t-shirts sem mangas, alguns acusam-me de ser suburbano. É pah, tecnicamente sou, mas também gosto de usar este tipo de vestimenta. Não uso no inverno, não aplico em contexto laboral e não utilizo em casamentos e batizados, mas uso nas férias (e sempre com calções) e sabe-me muito bem. Ok, confesso que preferia ser “tropical urbano” como a Ana Malhoa, mas não podemos ter tudo na vida e eu tenho que me contentar com aquilo que me chamam. E não me adjetivarem de outras formas “menos simpáticas”, já é uma sorte. 

O Piolhito foi [ao Sushisan]

Primeiro devo esclarecer que gosto de sushi. Segundo (e talvez o pormenor mais importante deste introito) uso talheres quando o como. Sim, eu sou aquele cromo que deixou a nave espacial na reta de Coina, e que no restaurante é o único que não utiliza “pauzinhos”. Sim, não escondo essa condição, não procuro que a sociedade me aceite como sou e sinceramente isso não me tira o sono. Portanto, como diz o outro “badamerda”. Mas adiante.

O Piolhito não viu [os "Guelobelos de Oiro"]


Para ser sincero, tenho de reconhecer que não vi a Gala dos Globos de Ouro da SIC (ou "Guelobelos de Oiro" – para não confundir com os originais). Confesso, porém, que ainda me predestinei a isso (porque gosto da ideia do reconhecimento do trabalho e esforço individual), mas ao assistir à abertura do evento, a roçar uma iniciativa do Turismo de Portugal, vendendo Lisboa e Porto como destino turístico (como se algum estrangeiro fosse ligar alguma coisa a isso) com muitos confettis e brilhantes (quase a lembrar um anúncio muito conhecido, destinado ao público feminino, onde alguém grita “sou a tua cena-tal-e-coiso”) fiquei muito desapontado. 

O Piolhito viu [as imagens do casamento real]


No sábado passado, e com o casamento real a passar em tudo o que era televisão, site, redes sociais e afins, além de se perceber nitidamente o amor que existe entre o "piqueno" Harry e a "piquena" Meghan, vimos que os britânicos continuam a dar cartas na pontualidade. Pronto, correu tudo bem, foi tudo lindo e maravilhoso, mas a verdade é que ficaram muitas questões por esclarecer. 

 

O Piolhito não foi [à praia esta semana e está ressabiado]

Basta aparecer um bocadinho de sol, que a malta tira as teias de aranha aos fatos de banho, apara o que pode e esconder o que não pode, procura os restos do protetor solar do ano passado, pega na toalha de praia que cheira menos a mofo, mete-se na sua viatura (ou vai à boleia) e enfrentado o trânsito, ruma sem dó nem piedade até ao banco de areia mais próximo. Ao chegar, escolhe o melhor local, com a melhor exposição solar, estende a toalhita, sacode o que pode e esconder o que não pode, e começa a simular as melhores poses. Depois, pega no telemóvel, tira uma, duas, três, quatro ou cinco fotografias e começa a selecionar os registos que melhor documentam o espírito da coisa.

O Piolhito foi [à Eurovisão e gostou]


Digam o que disserem, a Eurovisão é um dos maiores espetáculos do mundo. Tendo escrito isto, não é de estranhar que este evento arraste multidões, provoque ódios ou paixões, faça circular milhões de euros e misture muita política (muita, mas muita política). E este ano não foi exceção. Tivemos politiquices, mensagens de solidariedade, “fuego”, galinhas e gatinhos do chinês, baladas, rock, muito pop, memórias, emoção nos votos até ao fim e uma montra de portugalidade.

Quem és tu [Piolhito?]

“Once a Blogger, always a Blogger” é um dos factos que mais se repete na blogosfera. É pah, dizem que sim. E eu também acho que sim. Tanto é, que voltei com este novo projeto, sem ter grandes expectativas ou objetivos. Será o que tiver que ter. Uma qualquer inevitabilidade da vida, que não se quer evitar. Ou como diz o Tony, o “ai destino, ai destino”.