O Piolhito foi [à Taberna Moderna]

O título desta modesta publicação também poderia ser O Piolhito foi ao novo Campo das Cebolas e gostou “comme ci comme ça”, mas hoje não me apetece a crítica urbanística e/ou arquitetónica até porque está demasiado calor para isso.  

Créditos: Piolhito Nervoso

Quando uma pessoa sai de casa sem planos, não pensa objetivamente onde vai parar para comer ou beber. Quer dizer, há dias que nos apetece algo específico, como um gelado, um "prego" ou um travesseiro de Sintra, e aí já sabemos que o nosso trajeto deverá contemplar uma paragem onde sirvam alguma dessas iguarias. De um modo geral, uma pessoa quer é arejar a cabeça (e se forem como eu, com uma grande Fanny dentro do corpinho, só devem querer é “gandaia”) e esquecer o quotidiano. Mas neste domingo do final de maio não foi assim. O desafio era ver o “novo” (que já tem uns bons meses em cima) Campo das Cebolas (em Lisboa) e verificar a requalificação urbana daquele espaço que outrora foi um gigante terminal de autocarros e um estacionamento digno de um qualquer filme de “índios e cowboys”.  

Créditos: Piolhito Nervoso

Créditos: Piolhito Nervoso

Lisboa está definitivamente na moda, e comprovamos isso pelo número enorme de turistas que nos visitam, pelos inúmeros edifícios em reabilitação e pelos preços simpáticos com que somos brindamos em qualquer estabelecimento. Sim, Lisboa está na moda e é um luxo, e nós podemos afirmar inequivocamente que somos chiques e finos, porque vivemos numa cidade que tem o preço por m2 das habitações ao nível de Paris. Oui. Ce vrai. Portanto, na hora de escolher um local para nos sentarmos, para comer ou beber algo, é melhor ter presente que vamos ter que efetuar um investimento, e se assim é, o melhor é escolher bem. E por aconselhamento alheio, acabei sentado na esplanada na Taberna Moderna.

Créditos: Piolhito Nervoso

Como apenas pestisquei e bebi um gin, obviamente que não posso realizar uma avaliação muito abrangente, pelo que só vou opinar sobre o que consumi e o atendimento, sendo que pretende voltar, porque me asseguraram que o restaurante ao nível dos "jantares" é muito bom e vale a pena.

Créditos: Piolhito Nervoso

Bom, mas assim muito resumidamente, vamos ao que interessa:  

>> Embora nesse fim-de-semana do final de maio, estivesse algum frio (como se o verão de 2018 estivesse com vergonha de aparecer) pedimos "gin’s" para refrescar o corpo e hidratar a garganta. Eu pedi um “Puerto de Indias”, onde o protagonista foi o morango [12.00€] e o meu “desafiante” pediu um “Gin Mare” [14.00€].

>> Como a fome não era muita, pedimos apenas algo para petiscar. A nossa escolha recaiu sobre as Croquetas caseiras de presunto ibérico e choco [5.00€] e as Plumitas ibéricas com pimentos e batatas fritas [9.00€]. Bom, se o preço das croquetas posso achar conveniente, o valor pedido pelas “plumitas” parece-me um b-o-c-a-d-i-n-h-o excessivo considerando a quantidade servida. Mas pronto, se calhar é porco real, o que toda a gente sabe que este faz encarecer as coisas. Ou então o preço final do prato resulta da adição dos pimentos. Ou das batatas fritas. Ah, já sei, é porque Lisboa é a nova Paris.

Créditos: Piolhito Nervoso



“Finalmente devo esclarecer que esta não é uma publicação comercial. Cada um pagou o que comeu e ninguém soube que estivemos por lá. Portanto, esta descrição é hiper, mega, ri-fixe isenta e baseia-se apenas nos factos vividos - e cada um vive os seus." 




Ficha técnica: 
Espaço/Ambiente: [meh] [não sei] [dá para o gasto] [bom] [genial] 
Serviço: [chamem a polícia] [ainda têm que aprender] [simpático] [bom] [excelente] 
Qualidade dos produtos: [de fugir] [escapa] [nham nham] [quero mais] [divinal] 
Preço: [€] [€€] [€€€] [€€€€] [€€€€€]
A voltar: [não] [talvez, mas não tão cedo] [a pensar nisso brevemente] [sim] [sim, oh sim] 

Saber mais: 
www.tabernamoderna.com


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