O Piolhito esteve [a pesquisar voos]


Ainda sou do tempo (fica sempre bem começar um texto assim, quando queremos dar uma de paternalista), que viajar por via aérea, era um privilégio dos mais abastados (ou de um grupo restrito de pessoas). Em Portugal, e para quem nasceu nas décadas de 70 e 80 do século passado, sabe, que era raro ter algum amigo ou familiar próximo que tivesse andado de avião até ao início da década de 90 – nem uma vez, quando mais repetir. Com a evolução da sociedade portuguesa, que adquiriu um maior poder de compra, e com a descida dos preços dos bilhetes, existiu uma certa democratização da "coisa". A minha estreia só ocorreu em 2006, na viagem Lisboa-Bilbau, pela Iberia. Depois, bom, depois já sabemos, apareceram as “low cost” em Portugal e foi um "ver-se-te-avias".  


O Piolhito esteve [a pesquisar cenas várias]


Confissão: costumo comprar muita, demasiada, alguma coisa no Aliexpress. Para quem não conhece, é melhor continuar ignorante ou vai-se perder naquele mundo. Todos aqueles que sabem do que escrevo, não preciso explicar. Ou seja, não vou elucidar do que se trata porque depois a malta desgraça-se e pimba: dizem que a culpa é minha.

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer waffles de abacate]

Para quem gosta de um estilo de vida mais saudável (ou simplesmente porque quer que as patologias próprias da idade demorem a chegar, ou quer diminuir o colesterol ou minimizar algum AVC precoce ou “whatever”), além da prática regular de exercício físico, tem que ter algum cuidado com o que se mete na boca – nada de piadas secas “faxavô”.

O Piolhito acha [que as pessoas têm muito tempo livre]

Vamos lá ao assunto do momento: a Cristina Ferreira e a Princesa Diana. Bom, antes de tudo, tenho que redigir uma pequena declaração de interesses: não sou fã da Cristina, não fui pago por ela (logo, esta não é uma publicação comercial), não sou advogado de defesa de ninguém, não sou amigo (nem familiar), não sou seu funcionário nem pertenço ao seu staff (logo não preciso de dar graxa) e não. Não pretendo ganhar nada com isto. Com ela, partilho apenas o facto de ser saloio (desconfiado, mas quando se quebram todas as barreiras temos uma amizade para a vida) e de dizer as coisas, quando se considera oportuno dizê-las (e sem fretes). Quando se gosta, gosta, e quando não se gosta, não se gosta. Mesmo quando me dizem que tenho “mau-feitio” e que ninguém querer trabalhar comigo (o que até é mentira).

O Piolhito está [a pensar na vida]

Mais tarde ou mais cedo na vida, acabamos por questionar muita coisa. Muitas pessoas. Muitas decisões. Muito tudo. As prioridades alteram-se e verificamos que tudo aquilo que tínhamos organizado, escalonado e pensado, de nada serve quando somos apresentados a factos que não dependem de nós (e que não queríamos de todo). Apenas conseguimos minimizar os estragos e tentar dar a volta por cima. Parece um cliché, mas não deixa de ser verdade quando se diz “deixem-se de merdas e aproveitem a vida”. É pah, temos que rir, sorrir, gargalhar e lutar sempre até ao último instante, deixando de lado os assuntos tóxicos, os problemas tóxicos e fundamentalmente: as pessoas tóxicas.

O Piolhito esteve [a pesquisar bóias]

Já andava para escrever sobre este assunto faz meses, mas deixo sempre para amanhã, mas o amanhã nunca chega (e até pode ser tarde demais) e pimba, estamos quase no outono. Mas como em Portugal esta “coisa” chamada “verão” ainda rola, e se calhar em outubro ainda vamos ter dias quentes (quentes até queimar), acho que ainda vou a tempo de falar sobre bóias. Não, não estou a falar de barriguitas sexy’s, de gorduras localizadas ou “pneus” humanos, mas sim, daqueles utensílios que usamos nas piscinas (rios, albufeiras, em mar aberto e fechado, e etc) para garantir alguma elegância a flutuar, ou para garantir uma ajuda necessária a quem não sabe nadar (ou que nada menos bem), ou ainda, pelo motivo dos últimos tempos: tirar as fotografias da moda.

O Piolhito tem [parceria com o Ateliê B&B]

Poderia dizer-vos que estou a escrever sobre uma parceria (ou que este era uma publicação encomendada), mas estaria a mentir. No fundo, estou a redigir um texto sobre uma amiga (que conheci na faculdade há dezassete anos – estamos velhos, pah!) que é dona de um talento enorme (em várias vertentes) e que coloca determinação e profissionalismo em tudo o que faz. Além disso, é um dos melhores seres humanos que conheço, e nos dias que correm, isso é muito raro encontrar.

O Piolhito foi [à Mercantina]

Prometo que não vou voltar a referir tão cedo, o Ernesto de Telavive. Pelo menos neste texto. E muito menos em termos comparativos. E também porque não quero saturar quem está desse lado. Mas como não tenho perspetivas a curto prazo, de voltar para aquelas bandas, tenho que arranjar alternativas decentes, aqui pela portuguesíssima Lisboa (onde habitualmente me podem encontrar), capazes de satisfazer os meus desejos mais profundos.