O Piolhito está [a tentar desejar um bom ano novo]

Gostava de fazer uma publicação fofinha, motivadora, onde afirmava que o ano que se aproxima seria espetacular, e que teriam toda a sorte do mundo desde que usassem umas cuecas azuis, comessem 12 passas, batessem com os tachos e panelas e usassem o pé direito para a entrada do ano. Bom, mas a verdade, é que não é uma noite, um jantar ou um brinde com champanhe que irá mudar radicalmente o rumo da nossa vida. É que nem nos safamos com as cuecas azuis, as passas, os tachos e panelas ou o nosso pé direito.

O Piolhito está [a tentar desintoxicar]

Por esta altura, muitos de nós, já devem estar a rebolar e a fazer planos de como minimizar o estrago desta época festiva. Porém, ao mesmo tempo que respiramos de alívio porque o Natal já passou, na nossa direcção avança sem dó nem piedade a Passagem de Ano - e aqui, já que não podemos fugir, há que encarar de frente, o problema. O segredo, se o houver, é a moderação, mas como nestas coisas é mais fácil dizer, que fazer, o melhor então, é encher o nosso organismo com infusão de cavalinha. Sim, esta planta tem uma acção anti-inflamatória, diurética e... desintoxicante. 

O Piolhito justifica [porque adora o Natal]

Finalmente consegui comprar uma camisola de Natal que gostasse. Após uma luta (e busca) incessante, por tudo o que é centro comercial da cidade de Lisboa (e periferia), lá encontrei na Pull&Bear, algo de acordo com a minha personalidade (infantil, dirão as #invejosas). Se é preciso tanto? É. Porque adoro o Natal, porque gosto daquele cheiro a rabanadas acabadas de fazer, porque tenho imenso prazer em ofertar lembranças e porque tudo parece fazer sentido. Se é uma época hipócrita? Talvez seja. Mas não deixa de ser especial. Diferente. Redentora.  

O Piolhito esteve [a pesquisar prendas até cinco euros - Parte IV]

Há tradição maior no Natal, do que oferecer doces? Bolinhos, bolachas, bombons ou chocolates (até daqueles que o coelhinho, foi com o pai Natal, e o palhaço, no comboio ao circo)? Não? Claro que não! Até porque tudo o que é doce nunca amargou, e conquista-se mais facilmente um sorriso com assim do que outra maneira. Preparados? É que já se ouve músicas de Natal por todo o lado, e o momento da festa avança rapidamente. Ainda não sabe o que oferecer a algumas pessoas? Não se preocupe! Confira as sugestões açucaradas, na segunda parte desta publicação.  

O Piolhito está [a lançar um passatempo]

Quando comecei a escrever este "bloguezito" pretendia apenas, deixar um testemunho para memória futura das minhas parvoíces e cenas relacionadas. Depois, "isto" começou a ganhar vida, e com isso, a mudar o rumo inicial do projecto. E assim, um blogue que começou em maio deste ano, com um ADN tipo Diário de Marilú, chegou a Dezembro com outras ideias e outros caminhos. E como andam sempre a perguntar-me "quando é que oferto alguma coisa", resolvi comemorar o facto do blogue ainda existir, conjugando-o com a quadra natalícia que por aí espreita, e mimar um feliz "Piolhiteano", com um exemplar do livro "Baile de Máscaras", de Lourenço Pereira Coutinho (antes que perguntem: é um romance histórico, com a acção a decorrer em 1805 - o resto pesquisem!).

O Piolhito foi [ao La Paparrucha]

Um dos meus restaurantes favoritos em Lisboa, chama-se La Paparrucha e fica localizado na zona do Príncipe Real. Portanto não é uma estreia, mas um vício. A cozinha é tendencialmente argentina (É! e ponto), destacando-se, como estrela da companhia, as carnes – que são excepcionais. Como se isso não fosse o bastante, a vista privilegiada sobre a cidade consegue arrebatar qualquer um. Mesmo aqueles que torcem o nariz aos preços ali praticados. Ah, mas é preciso ter um bocadinho de sorte para se conseguir um lugar bem perto da janela, mas fica aqui um truque: reservar com antecedência, especificar o lugar pretendido e evitar os dias mais agitados (como por exemplo; sextas-feiras e sábados).

O Piolhito está [a tentar perceber o artigo 13.º]

Afinal, o que é o artigo 13.º? Assim, de grosso modo, podemos dizer que se trata da maior reforma sobre os direitos de autor na União Europeia desde 2001, onde muitos conseguem observar uma espécie de censura a conteúdos. Por exemplo, plataformas como o Youtube ou o Facebook, podem passar a ter mecanismos automáticos para impedir a publicação de imagens, ou vídeos, protegidos por direitos de autor. É chato? É! Se é justo a malta ganhar dinheiro com conteúdos produzidos por terceiros? Não. E para quem já sofreu na pele (como eu) a censura do Facebook ou Instagram, porque o Piolhito não era real, sabe até que ponto poderá chegar o cumprimento cego das novas regras, mas isso também competirá a quem gere (e possui) essas plataformas encontrar mecanismos que limitem ao máximo, o erro. Se tem um custo associado? Tem. Mas durante anos a fio quando era só lucro, não verificávamos estas preocupações.