O Piolhito está [a pensar que tudo o que damos ao Universo, ele devolve]

Uma pessoa enviou-me hoje, por e-mail, este texto. Hoje, um dia de algumas mudanças, de algumas injustiças e de algum gozo promovido por quem, num determinado espaço da vida, exerce um “poderzinho”. Uma ascendência fugaz, que fornece a ilusão que pode pôr e dispor. Talvez seja esse, o problema de algumas personagens que por aí rastejam. Acham – sabe-se lá porquê – que algo que é momentâneo, lhes permite cometer alguns abusos sobre os outros, porque consideram também, que gozam de alguma impunidade.

Pessoalmente, continuo a acreditar piamente que tudo o que damos ao Universo, ele devolve. O bom. O mau. E o assim-assim. Mas sei, que existem pessoas que acham que não. Que acham que podem tudo. Que podem brincar com as opções de vida de terceiros e que isso é “cool”, é “legal” e não querem saber das consequências. No fundo, acham que nunca lhe vai acontecer o mesmo, porque quando chegar o momento da cobrança, um qualquer amigo lhes vai dar a mão e salvar. É triste verificar, que essas “pessoínhas” não querem mesmo saber dos outros, apenas quando lhes convém. É triste, mas é a realidade. E isto replica-se nas diversas vidas que temos. Na componente pessoal, social, profissional, etc.

A verdade, é que nestes momentos só nos podemos queixar e tentar produzir uma mudança. É o que ando a tentar há alguns anos, e foi o que tentei hoje. Portanto, se tenho algo a receber por parte do “tal” Universo que acredito, quero pensar que estará na hora. Não que faça as coisas com o objectivo de receber de igual forma, ou que seja uma pessoa vingativa e esteja à espera numa qualquer moita para fazer retribuir o mal, mas sim, porque acho que chega. Que basta. Porque se aquilo que não nos mata, nos deixa mais fortes, eu hoje estou mais determinado e mais focado naquilo que quero mudar.


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