O Piolhito esteve [a pesquisar chinelos]

Resisti até Julho do presente ano (pelos vistos aguentei desde 2015/2016) e sempre nutri um ligeiro ódio, por quem calçava “chinelos de piscina” para ir a todo o lado, excepto para a ir à piscina. Fazia-me imensa confusão toda esta moda, que me provocava memórias de infância de quando usava este tipo de calçado, e sempre combati interiormente esta hipotética solução para os pés. Até quinta-feira passada. E se dúvidas existissem sobre a minha extrema necessidade de obter uns “chinelos de piscina”, o facto de ter esperado horrores de tempo para adquirir o produto – não estava etiquetado, não tinha preço, era o último par e não tinha referência alguma – comprova a minha ânsia a respeito. Enfim. Uma pessoa não pode ir de férias para o sul de Espanha que dá nisto. 

O Piolhito está [a tentar arrendar ou vender]

Perante a conjectura que vivemos, comprar casa (arrendar ou pedir emprestado) virou uma dor de cabeça para qualquer um. Existem diversos factores que contribuem para este estado de sítio, e não há políticas de habitação que consigam estancar este fenómeno tão cedo. Chegámos ao absurdo de ver anúncios sobre um T0, numa aldeia remota do concelho de Mafra, sem janelas, onde é pedida uma renda mensal de 400 euros. Uma pechincha, dizem. Eu gostava era de saber, como é que num país onde o ordenado mínimo roda os 600 euros, uma família se pode dar ao luxo de arrendar uma casa – e já nem digo comprar. Será que os parques de campismo irão voltar a ficar na moda? Ou vamos deixar de comer para dormir descansados? Seja como for, isto anda tudo tão louco, que não verificamos só uma razão. Descortinamos várias. E eu consegui identificar algumas. Basta ler na segunda parte desta publicação. 

O Piolhito foi [ao Poke]

Confesso que não gosto muito do El Corte Inglés de Lisboa. Acho que é demasiada gente para tão pouco metro quadrado, e como sou pequeno, sinto-me ligeiramente a afogar na multidão. Quando me consigo esquecer destes motivos - e as pessoas tendem sempre a esquecer os aspectos negativos, lá entro de peito aberto como se não houvesse amanhã. E foi o que aconteceu na última vez que estive por lá. Felizmente não para compras, apenas para beber um café e uns dedos de conversa. Acabei por não injectar cafeína, mas a almoçar- pela segunda vez, no Poke.  

O Piolhito voltou [e a emissão segue dentro de momentos]

Para os mais atentos (e para os menos) andei um pouco (muito) desaparecido do blogue. Poderia argumentar falta de tempo, mas confesso que foi um conjunto de factores que me prenderam noutros lados. Nem sempre nos conseguimos organizar, e ter vontade, para aplicar forças naquilo que gostamos. Bom, mas o que interessa é não desistir, e voltar sempre onde somos felizes e onde nos completamos. Assim, no seguimento, e como refere a música: "voltei, voltei, voltei de lá".

Obrigado pela compreensão. 


A emissão segue dentro de momentos.