O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "muffins" de batata doce]

Quando alguém tiver um evento (um piquenique, um lanche de empresa, um concerto num jardim, ou qualquer outra coisa do género) e não souber muito bem o que levar, esta receita de "muffins" de batata doce, que trago hoje é uma boa opção. E podem ser servidos de duas formas: como acompanhamento, por exemplo, com uma proteína (de origem vegetal ou animal) ou no papel inverso. Ou seja, como complemento de uma salada. Seja como for, a imaginação é o limite e não há nada como testar, para ver como é que fica melhor. Portanto, vamos lá avançar que já se faz tarde!


O Piolhito fez [uma selecção de 5 praias incríveis em Ibiza | com mapa]

Sempre tive vontade de conhecer Ibiza ("Eivissa" para os locais). Era a combinação perfeita entre as férias e noitadas. E como sempre gostei de praia e de festas (e de farra, e de dançar e de outras coisas que não vale a pena especificar), este destino turístico estava na lista “to do”, fazia tempo. Portanto, não é de estranhar que tenha estado por lá em 2010 e 2013 – e não fiquei nada chateado por repetir a dose. Aliás, espero voltar brevemente e juntar Formentera à minha experiência porque a idade já é outra… e uma pessoa a bater os quarenta quase que "já não aguenta com uma gata pelo rabo” – não é a melhor expressão para colocar aqui neste texto, mas foi o que me lembrei. Mas vamos lá à minha selecção das 5 melhores praias de Ibiza. Tudo na segunda parte do "post"

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "chips" de batata doce]

Se gostam de batatas fritas (como eu), e têm de se controlar porque não é algo que faça assim muito bem ao nosso organismo (como eu também), saibam que existem outras opções mais saudáveis. Bem sei que não é a mesma "coisa", mas no final de contas, é preferível não ter nenhuma doença crónica associada ao consumo exagerado, de algumas substâncias, como por exemplo; o sal (para não ser mais dramático). Experimentei fazer a receita (que é das mais básicas que pode existir) de um dia para o outro, mas o melhor mesmo é consumir as "chips" de batata doce imediatamente a seguir à sua feitura (ficam mais estaladiças). Aviso já, que dá um bocadinho de trabalho e o processo pode ser algo moroso. Vamos a isso? Sim? Basta passar para a segunda parte da publicação! 

O Piolhito está [revoltado]


Quando é na casa dos outros, nunca é connosco. Não queremos saber e assobiamos para o lado. Esperamos que a “coisa” passe e que ninguém se lembre mais tarde, da nossa inércia. Tudo isto resulta de não queremos ter chatices para o nosso lado, e gostarmos de estar sempre sossegados no nosso canto, só com os nossos pensamentos e preocupações. Mas até que ponto é que os problemas dos outros, não são nossos? Até que ponto devemos desligar, só porque não temos nada haver com isso? Não teremos mesmo? A nossa opinião é assim tão indiferente, mesmo quando o assunto não nos atinge directamente, ou toca levemente na nossa esfera pessoal? 

O Piolhito fez [um roteiro de x ou y dias para Míconos | com mapa]

Poderia dizer-vos que bastam x ou y dias para visitar/estar em Míconos, mas deixo isso ao critério de cada um. Aliás, quem vai para esta ilha tem de pensar em alguma (ou muita) diversão, praia, calor e deixar de lado um certo turismo mais cultural – até porque não tem muito para ver neste campo. Assim, decidi dividir esta publicação em duas partes.  Ou seja, para o dia x reservei algumas dicas mais para passeio, e para o dia y, alguma praia, significando isso que podem fazer o que quiserem desde o primeiro dia da vossa estadia até ao último. Haverá programa mais versátil que este? 

O Piolhito está a acompanhar [a Carla Maria]



Primeiro vieram os brasileiros com as novelas. E Portugal fez novelas. Aprendeu a fazer novelas. Evoluiu nas novelas e dá uma seca aos telespectadores em novelas, como se o mundo fosse acabar amanhã. Depois destacaram-se as séries espanholas, vítimas de sucessos mundiais como “A Casa de Papel”. Eu, acompanhava algumas na SIC Radical (como a “Embaixada”) e de facto a qualidade é muita. Poderia dizer que Portugal também começou a fazer séries, mas a verdade é que já as fazia. Mais ou menos interessantes, mas fazia. Muitas na RTP, mas fazia. Tivemos alguns sucessos por cá (por exemplo; “Conta-me como foi” adaptado de um seriado Espanhol), mas normalmente as nossas séries são um bocado… meh. E que eu saiba (façam o favor de me corrigir se estiver enganado) nenhuma série americana foi adaptada das nossas – como aconteceu com a espanhola “Os Mistérios de Laura”. Portanto, foi com alguma expectativa que comecei a acompanhar “Solteira e Boa Rapariga”, na RTP.

O Piolhito esteve [num piquenique]


No sábado passado, conjuntamente com alguns amigos meus, realizámos o nosso piquenique anual. Embora o tempo de verão não tivesse aparecido, até não se esteve mal de todo, e conseguimos conviver, rir, conversar, jogar, desfrutar das vistas e claro está, comer. A logística da coisa ficou a cargo de todos, e cada um optou por levar aquilo que melhor se enquadrava no espírito da coisa – para a próxima menos quantidades, que sobre sempre imensa comida. Entre loiça e cutelaria reutilizável, toalhas, almofadas, mantas, comida e bebida, tudo foi pensado para que nada faltasse, até porque no local escolhido, não havia forma de comprar o que quer que fosse. O truque fundamental é ser prático, embora isso não seja sinónimo de fazer tudo “às três pancadas”. E piquenicar com arquitectos, não é o mesmo que o fazer com pessoal de ciências ou matemáticas #sóparavisar

O Piolhito esteve na cozinha [a fazer "sundae's" de coco e cacau]


Se há coisa pela qual me perco, são doces. Chocolate, idem, idem (pode ser amargo, ok? Daí a distinção). Se forem doces de/com chocolate, nham, nham. E como já se sabe, que bastam uns minutos na boca, para ganhar umas “gordurinhas” em milhares de anos “nas ancas”, há que consumir com muita ponderação, tudo aquilo que nos adoça a alma. Gastronomicamente falando, claro está. No introito desta receita, poderia aproveitar para vos dizer, que estamos no verão e que algo gelado vinha mesmo a calhar, mas quem está em Portugal neste momento, sabe que isso não é verdade. Portanto, só nos resta brincar às temperaturas elevadas, em noites quentes, em esplanadas, e fazer algo fresquinho para acompanhar nesta aventura – se necessário, ligar o aquecimento ou acender a lareira para dar ambiente.